Deputado Marcelo Ramos discursa em homenagem a 52 anos da Zona Franca

Divulgação/Suframa

Durante sua fala em discurso durante a homenagem pelos 52 anos do modelo Zona Franca de Manaus, na Câmara Federal, o deputado federal Marcelo Ramos fez um balanço dos seus indicadores econômicos, que não deixam dúvidas a respeito da força do modelo e dos benefícios que traz ao Amazonas e ao país.

Para o parlamentar, o nosso Polo Industrial é um sofisticado parque industrial que tem o valor adicionado dos seus produtos da ordem de 49,2, maior do que a média brasileira, que é de 43,6. Valor adicionado é um indicador que permite medir toda a riqueza gerada e distribuída na economia na produção de um produto ou prestação de um serviço que se traduz, ao final, em contribuição ao PIB do país.

“Esse dado é incontestável e derruba por terra os argumentos dos que afirmam ali é um ambiente de maquiagem e montagem. Se foi, não é mais”, disse. Marcelo prossegue lembrando que, de todo gasto tributário do país, a renúncia com a ZFM é de 8,5 %. “Ou seja, o problema da renúncia não está no Amazonas. A região Sudeste concentra 52,5 % dos incentivos fiscais brasileiros, portanto, a reforma tributária deveria começar por lá”, assinalou Marcelo Ramos, diante do olhar atento do representante do Ministério da Economia no evento, Igor Calvet, número dois da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade.

Falta sentida
Na sessão solene na Câmara Federal, a ausência mais notada foi a de um representante do Governo do Estado, justamente num momento crítico em que o principal modelo econômico do Amazonas sofre ataques e ameaças constantes. O deputado federal Marcelo Ramos disse entender que o governador Wilson Lima possa ter tido problema de agenda, mas lembrou que não precisaria sequer deslocar ninguém de Manaus, já que o Amazonas tem um representante em Brasília.

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